O Pombo
Isto é uma obra de ficção, como tal qualquer semelhança de nomes ou situações com a realidade, é pura ficção.
Numa bela manhã o Sr Melro saiu de casa para tratar de vários assuntos relacionados com a sua lista. Só não era um despertar tranquilo como tantos outros, porque ele tinha um avião para apanhar e os horários têm de ser cumpridos.
Meteu-se no carro e pôs-se a caminho do aeroporto das Pedras da Forca.
Quando chegou ao parque de estacionamento deteve-se por um instante a olhar para o número de carros da polícia aí parados, o que o levou a questionar-se sobre qual o motivo de tal aparato. (Embora ele não soubesse , os carros e os respectivos ocupantes, que já se encontravam espalhados pelo aeroporto estavam lá por sua causa).
Tudo começou, quando numa das famosas reuniões de terça-feira (precisamente na semana em que o Luís se encontrava demissionário), foi passado o filme “Valiant e os bravos do Pombal”. Até aqui tudo normal, até que dois ou três dos presentes começaram a encontrar muitas semelhanças entre a personagem principal e o Sr Melro. O filme foi então visto e revisto até à exaustão e concluíram que o pombo do filme e o Sr Melro era a mesma pessoa. Logo juraram segredo entre os presentes e foram alertar as autoridades, que desde esse dia montaram um cerco terrível (ainda que discreto), em torno do Sr Melro com o intuito de o “caçar”.
Quando o Sr Melro se preparava para entrar numa das portas que dava acesso à zona de embarque foi-lhe pedido para não dar mais nem um passo e para se identificar. Cumprindo as ordens, o Sr Melro identificou-se e a foto, o nome e as impressões digitais não apresentavam nada de suspeito, o que levou as autoridades a deixá-lo prosseguir.
Foi então que já na zona onde está instalado o raio-X que tudo se alterou, pois mal o Sr Melro se aproximou do detector de metais o alarme disparou e as autoridades regressaram alertadas pelo sinal.
A anilha que o Sr Melro trazia muito bem escondida, traiu-o. Um dos polícias retirou-lhe então a anilha e lá estava gravado C.M.A (Câmara Municipal de Asnelas).
Já na presença de um juiz, o Sr Melro como que arrependido desfez-se num enorme pranto e entre soluços, lá se foi justificando da acusação de falsificação e usurpação de identidade. No seu depoimento disse entre outras coisas, que na realidade sempre foi um pombo-coreio , propriedade de um columbófilo chamado Zé Colmeia, e que aquela identidade e disfarce foi adoptada na altura em que teve uma tasca em Canas de Senhorim, para assim poder espiar todos os passos dos locais e informar o seu dono.
Explicou ainda que a sua viagem se destinava a sua viagem tinha como destino o Congo, para levar documentos confidenciais ao Colmeia.
E foi assim que o nosso Melro que afinal não passava de um pombo foi desmascarado.
Alguns rumores dizem que fugiu para o Brasil para rodar uma novela enquanto aguardava julgamento, mas à semelhança de Fátima Felgueiras, talvez volte daqui a quatro anos para as eleições à Câmara de Canas de Senhorim…. Ficamos à espera..
Numa bela manhã o Sr Melro saiu de casa para tratar de vários assuntos relacionados com a sua lista. Só não era um despertar tranquilo como tantos outros, porque ele tinha um avião para apanhar e os horários têm de ser cumpridos.
Meteu-se no carro e pôs-se a caminho do aeroporto das Pedras da Forca.
Quando chegou ao parque de estacionamento deteve-se por um instante a olhar para o número de carros da polícia aí parados, o que o levou a questionar-se sobre qual o motivo de tal aparato. (Embora ele não soubesse , os carros e os respectivos ocupantes, que já se encontravam espalhados pelo aeroporto estavam lá por sua causa).
Tudo começou, quando numa das famosas reuniões de terça-feira (precisamente na semana em que o Luís se encontrava demissionário), foi passado o filme “Valiant e os bravos do Pombal”. Até aqui tudo normal, até que dois ou três dos presentes começaram a encontrar muitas semelhanças entre a personagem principal e o Sr Melro. O filme foi então visto e revisto até à exaustão e concluíram que o pombo do filme e o Sr Melro era a mesma pessoa. Logo juraram segredo entre os presentes e foram alertar as autoridades, que desde esse dia montaram um cerco terrível (ainda que discreto), em torno do Sr Melro com o intuito de o “caçar”.
Quando o Sr Melro se preparava para entrar numa das portas que dava acesso à zona de embarque foi-lhe pedido para não dar mais nem um passo e para se identificar. Cumprindo as ordens, o Sr Melro identificou-se e a foto, o nome e as impressões digitais não apresentavam nada de suspeito, o que levou as autoridades a deixá-lo prosseguir.
Foi então que já na zona onde está instalado o raio-X que tudo se alterou, pois mal o Sr Melro se aproximou do detector de metais o alarme disparou e as autoridades regressaram alertadas pelo sinal.
A anilha que o Sr Melro trazia muito bem escondida, traiu-o. Um dos polícias retirou-lhe então a anilha e lá estava gravado C.M.A (Câmara Municipal de Asnelas).
Já na presença de um juiz, o Sr Melro como que arrependido desfez-se num enorme pranto e entre soluços, lá se foi justificando da acusação de falsificação e usurpação de identidade. No seu depoimento disse entre outras coisas, que na realidade sempre foi um pombo-coreio , propriedade de um columbófilo chamado Zé Colmeia, e que aquela identidade e disfarce foi adoptada na altura em que teve uma tasca em Canas de Senhorim, para assim poder espiar todos os passos dos locais e informar o seu dono.
Explicou ainda que a sua viagem se destinava a sua viagem tinha como destino o Congo, para levar documentos confidenciais ao Colmeia.
E foi assim que o nosso Melro que afinal não passava de um pombo foi desmascarado.
Alguns rumores dizem que fugiu para o Brasil para rodar uma novela enquanto aguardava julgamento, mas à semelhança de Fátima Felgueiras, talvez volte daqui a quatro anos para as eleições à Câmara de Canas de Senhorim…. Ficamos à espera..

bom,
muito bom
:D
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Cingab |
28 de Set de 2005 16:37:00
Falemos de realidades. Não ficcione.
Acusações gratuitas, como lhe disse, não serão bem vindas nos textos deste blog. Publique isso no seu por favor.
Já agora o texto em si está engraçado.
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Sr. Fulano Tal |
28 de Set de 2005 16:45:00
Minha nossa!!!!!
:O
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Cingab |
28 de Set de 2005 16:52:00
Eu sinceramente não achei muita piada, não me fez rir como os textos do cereja, mas parece-me que o objectivo deste texto também não é fazer rir mas sim voltar às acusações.
Concordo com sr. fulano tal, seria mais indicado para o sei blog mr. kunami.
Só uma pergunta, visto esse melro do texto ter uma anilha escondida a dizer Asnelas (foi até preso por isso) o seu BI tem que naturalidade escrita???
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A Outra Bancada |
28 de Set de 2005 17:58:00
Voltar às acusações?
Depois eu é que sou sensível!
oh minha nossa dos Blogs
:O
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Cingab |
28 de Set de 2005 18:11:00
Foi o que me quis parecer e não percebo o porquê dessa sua reacção cingab, até parece que foi você que escreveu o texto para ter a interpretação correcta, não foi pois não?
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A Outra Bancada |
28 de Set de 2005 18:16:00
Não, há meses que não escrevo com clones!... E nem conheço o Sr. Kunami
A mim parece-me que estão a fazer uma tempestade num copo de àgua... Mas é a minha modesta opinião, deste achadiço que manda aqui uns "bitaites"
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Cingab |
28 de Set de 2005 18:41:00
A outra bancada,qual era a nacionalidade da D. Leonor,mãe do póstulo rei D. João I(mestre de Avis)?Lembra-se dela?A pró Espanha?Não tem muito a ver,mas satisfaz a sua pergunta,penso eu de que...
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Pedro Lima |
28 de Set de 2005 18:59:00
Pedro Lima, não satisfaz de todo, não era o intuito da questão.
Cingab, achadiço ou não cada um é que sabe de si agora o dito melro parace que foi detido por não o ser...
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A Outra Bancada |
28 de Set de 2005 19:18:00
Caro Cingab
Admirado?
Prenderem o Melro porque "tem uma anilha a dizer asnelas" e nem dizem porque?
Pá chateia-me, claro que me chateia. Ao menos digam por quê.
Eu a pensar que iamos ter fruta no blog (mesmo podre). :P
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Sr. Fulano Tal |
28 de Set de 2005 19:20:00
Tenho na ideia que ele foi preso por ser fazer passar por pombo!
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Cingab |
28 de Set de 2005 19:21:00
Outros serão pardais:
Parecem bandos de pardais à solta
Os putos, os putos
São como índios, capitães da malta
Os putos, os putos
Mas quando a tarde cai
Vai-se a revolta
Sentam-se ao colo do pai
É a ternura que volta
E ouvem-no a falar do homem novo
São os putos deste povo
A aprenderem a ser homens.
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Cingab |
28 de Set de 2005 19:24:00
Hoje o Sr Cingab está muito dado ás cantorias. :D
Já a mim tem apetecido mais cantar a da Gaivota, especialmente aquela parte do "como ela somos livres"
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thecuriositykilledthecat |
28 de Set de 2005 19:40:00
Parece que ninguém leu o que, etá escrito a azul logo no início do texto,... mas tudo bem, cada um leu e interpreta o que quer e como quer... Já agora peço desculpa às mentes mais sensíveis e prometo que me absterei de futuro de fazer textos deste género neste blog.
Já agora ele foi preso tal como disse o cingab por se fazer passar por um pombo e não por ter escrito asnelas.
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Mr Kunami |
28 de Set de 2005 20:40:00
Sr. Fulano,o sr. desculpe-me mas é incoerente.Eu já vi textos deste tipo escritos aqui com a sua benção,apenas com outras personagens.E o Sr. não fez qualquer sobreaviso.
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Pedro Lima |
28 de Set de 2005 22:34:00