Quarta-feira, Maio 31, 2006

Agricultura?

"Somos um país essencialmente agrícola: Uns já cavaram, outros vão cavar e os que ficam são nabos!"

Sábado, Maio 27, 2006

Pergunta retórica! (V)

“Ex-líbris termal da Beira Alta é a estância termal das caldas da Felgueira, aqui na freguesia de Nelas. É das mais frequentadas do País, acolhendo anualmente muitas centenas de aquistas.”

Depois de ler isto no sítio da câmara municipal de asnelas, pergunto:
As Caldas da Felgueira são da freguesia de asnelas? Isso aconteceu quando os terrenos onde está estalada a Borgestena passaram da freguesia de Canas para asnelas? Ou foi quando os terrenos da zona industrial de asnelas passaram de Senhorim para a freguesia sede de município? Ou foi quando a estação da Vila passou a chamar-se Canas de Senhorim quando era Canas-Felgueira? Ou foi quando a placa limitadora de localidade da Lapa do Lobo sofreu a sua 1234ª alteração, entrando por Canas a dentro?

Pergunta retórica! (IV)

Num município, em que se faz um colóquio sobre o futuro do Carnaval de asnelas, em que são convidados oradores representantes dos Carnavais de Ovar e Torres Vedras, sendo um concelho uno, porque o Carnaval de Canas não é convidado? Sim! Qual é o futuro do Carnaval de asnelas? Será o dinheiro? Será que não tem futuro? Ou, simplesmente, a opinião do Carnaval não oficial do concelho uno, não interessa?

Sexta-feira, Maio 26, 2006

Onde é que eu já ouvi isto?

A realização do II Congresso da Cidade, em Coimbra, no fim-de-semana passado, veio revalidar e emprestar novo fôlego à experiência de participação política que vem tendo lugar desde há vários anos naquela cidade. Trata-se de uma boa oportunidade para reflectir sobre as virtualidades e limitações dos mecanismos espontâneos de intervenção cívica que, sobretudo a nível local, têm sido utilizados para aprofundar e enriquecer a democracia representativa.
Em 2001, o primeiro Congresso da Cidade veio estabelecer um novo patamar na reflexão colectiva e na intervenção cívica na vida da cidade e do município de Coimbra. A aprovação nesse congresso da Carta Constitucional da cidade introduziu um elemento inovador na concepção e organização das formas de "democracia participativa" a nível local. A criação de um "conselho da cidade", um organismo permanente constituído por membros eleitos no Congresso e por representantes das organizações sociais aderentes, proporcionou não só visibilidade pública à iniciativa mas também os meios para ela se poder concretizar.
O caso de Coimbra sobressai entre as diversas experiências de participação política a nível local que têm aparecido entre nós nos últimos anos, que representam um evidente eco, se bem que em versões muito "light", do movimento em prol da democracia participativa a nível local por esse mundo fora. É fácil ver que, embora sem ter podido corresponder às grandes ambições iniciais (como quase sempre...), a experiência coimbrã representou, ainda assim, uma iniciativa assaz positiva, mostrando que é possível organizar, com carácter continuado, a intervenção de cidadãos e organizações sociais na reflexão e na fiscalização do governo local.
A participação directa das pessoas e das organizações na gestão pública local, tanto na discussão sobre o governo municipal como na apreciação dos principais instrumentos da gestão urbana (PDM, plano de actividades e orçamento, etc.) e das políticas públicas locais em geral, não constitui somente um meio de aperfeiçoamento da democracia municipal, mediante o envolvimento cívico e a fiscalização e responsabilização política dos órgãos oficiais do poder local. É também um meio privilegiado de construção da identidade colectiva e de coesão social e territorial das comunidades locais, através do debate e da deliberação sobre os problemas da cidade, do desenvolvimento local e do governo municipal.
O desenvolvimento de formas específicas de participação cívica no governo local surge como um dos principais meios de resposta às insuficiências tradicionais da democracia representativa e à "crise de representação" por que ela vem passando, traduzida no crescimento da abstenção, da indiferença e da desconfiança política. Oriundo do Brasil, sobretudo através do processo do "orçamento participativo" de Porto Alegre, este movimento de "democratização da democracia" (como já foi certeiramente qualificado) tem-se estendido por outros continentes, incluindo a Europa.
Com efeito, a democracia não se esgota na democracia representativa, que tem a sua essência nos mecanismos eleitorais e na representação política. Para além desse 1.º pilar fundamental, há mais duas dimensões na organização democrática moderna. O 2.º pilar é constituído pelos dispositivos da democracia directa, pelos quais os cidadãos são chamados a pronunciar-se directamente sobre questões políticas ou a intervir na aprovação das leis e das decisões políticas. Os seus instrumentos principais são o referendo, a revogação popular de mandatos electivos (figura não existente entre nós) e a iniciativa legislativa popular. O 3.º pilar é o da democracia participativa, que consiste essencialmente na intervenção de organizações sociais na formulação das políticas públicas, seja mediante a participação directa nos órgãos decisórios (por exemplo, representação dos sindicatos e organizações de empregadores nos órgãos de governo da Segurança Social ou de "concertação social") seja mediante a criação de órgãos específicos de participação consultiva e propositiva, como sucede em vários países, entre os quais Portugal, com os conselhos económicos e sociais junto dos parlamentos.
A Constituição de 1976, na sua versão originária, se era ostensivamente hostil à democracia directa, nomeadamente aos referendos, era porém particularmente amistosa em relação à democracia participativa, sendo mesmo caracterizada por uma verdadeira inflação de formas de participação dos interessados nas instituições públicas, desde a Segurança Social às escolas, desde a legislação do trabalho ao ordenamento territorial. No plano local, a Constituição dava guarida, embora em termos muito limitados, às formas de participação popular geradas no período revolucionário, designadamente as comissões de moradores, a par da criação de conselhos económico-sociais, de representação das organizações de interesses na área económica, social, cultural, etc.
Contudo, à medida que o tempo foi passando, as referidas expressões da participação "externa" no governo local foram definhando, acabando por desaparecer, umas de direito (os conselhos económico-sociais), outras de facto (as comissões de moradores, que continuam inscritas na Constituição, apesar de se terem desvanecido quase por toda a parte). Enquanto isso sucedia, as instituições do governo local iam sendo caracterizadas crescentemente pelos fenómenos da partidarização e do presidencialismo, ambos contribuindo para o estreitamento da vida política local.
O "poder local democrático", que durante muito tempo constituiu um dos motivos de orgulho da novel democracia portuguesa, foi perdendo algum do seu fulgor originário. Não teve nenhuma serventia o reconhecimento do referendo local, logo em 1982, visto que, passado quase um quarto de século, o número de referendos locais realizados é quase nulo. Os órgãos do poder local não morrem de amores pelo referendo e faltam as estruturas locais alternativas que possam dinamizar a reclamação de consultas populares.
De lema democrático, o poder local tornou-se um crescente problema democrático, traduzido no crescimento da abstenção eleitoral, no alheamento cívico em relação ao governo local, no défice de renovação política (o fenómeno dos "dinossáurios" autárquicos), na vulnerabilidade ao populismo e ao clientelismo, no esgotamento do modelo de desenvolvimento local assente nas infra-estruturas e nos equipamentos físicos, no crescimento urbanístico sem rei nem roque. O arrastamento do processo de reforma do sistema de governo local só faz ressaltar o impasse a que se chegou.
Compreende-se por isso o nascimento de um novo movimento favorável à reactivação de mecanismos de democracia participativa, de forma a mobilizar os interesses dos cidadãos pela vida política local, a aumentar o escrutínio público do governo municipal, a promover a participação popular nas políticas públicas, incluindo de sectores populacionais normalmente afastados dos procedimentos da democracia representativa. Como se viu acima, esta "nova geração" de formas de democracia participativa, decididamente apoiadas por organizações internacionais como a OCDE ou o Conselho da Europa, resulta da convergência das experiências pioneiras de participação popular local nascidas em contextos de processos de democratização (como o "orçamento participativo" Brasil) com a "crise da representação" nas democracias representativas tradicionais.
Não existe, é bem sabido, alternativa global à democracia representativa. Mas uma democracia "multimodal" pode ser bem mais fecunda do que uma democracia "monista".


Vital Moreira
(Público, Terça-feira, 23 de Maio de 2006)

Quinta-feira, Maio 25, 2006

Estou Triste!


Estou triste!...
Tão ou mais triste que no “Agosto” quente em Canas de Senhorim!...
Bem sei que há quem não goste de analogias, mas há situações que me deixam apreensivo e me fazem querer que as “independências” são efectivamente sinónimo de muito mais responsabilidades, de mais lutas, de mais trabalho…
Reconheço que o mais fácil é gritarmos por “liberdades” com uma arma na mão e ninguém constrói a liberdade matando ou rebaixando outros…

Lembro-me da quantidade de faxes que mandei à ONU, para intervirem na altura das eleições para a autodeterminação, lembro-me das vigílias feitas, um pouco por todo o país, lembro-me da vinda de D. Ximenes Bello e Xanana Gusmão a Portugal logo após a independência, em que Lisboa se cobriu de branco… Lembro-me até, que dentro de mim, sentia a necessidade de ajudar, nem que fosse com uma arma nas mãos…
Será que vale a pena lutar por coisas que acreditamos?...
Estou triste!... Só que agora ainda não sei a quem tenho de pedir desculpas!

Terça-feira, Maio 23, 2006

Vem aí!

O Verão está a chegar e já se sente a inevitável subida de temperatura!

Mais hora menos hora a tortura dos incêndios chega à ordem do dia, enchendo velozmente a nossa televisão…

Esta realidade infelizmente, só é lembrada nesta altura e quando há algo para fazer não se faz da melhor forma.

Todos somos responsáveis e temos um papel determinante na prevenção dos incêndios, é necessário preservar as nossas manchas verdes, é necessário sensibilizar a população para que os cenários anteriores de devastação não se repitam.

É necessário apostar fortemente na prevenção, e aqui tocava na autarquia, porque não ocupar as pessoas desempregadas ou mesmo reclusos?

Tenho conhecimento que a autarquia pode recorrer a trabalhadores subsidiados para operações de limpeza e vigilância, será que isto está a acontecer de forma proporcional (mancha verde/ recursos humanos)?

Espero que haja preocupação por parte de quem de direito para que os cenários anteriores não se repitam e sobretudo que não haja perda de vidas humanas nos Bombeiros, que tudo corra da melhor maneira.

Se todos colaborar-mos penso que vai haver sucesso durante a época critica dos incêndios. Neste momento e por parte da população é necessário um rápido alerta aos Bombeiros aquando do avistar de uma coluna de fumo bem como tratar da limpeza do mato, principalmente nas zonas circundantes às casas.

Termino desejando um bom trabalho a quem se envolve quer no combate quer na vigilância e envio desde já um abraço de carinho aos Bombeiros da nossa terra, embora esteja grande parte da época critica ausente sei que mantêm a nossa terra em segurança, fazendo tudo por tudo em prol da população.


"Futebolândia"

Ouvi um boato, não sei onde, e também já não me lembro de quem (ou será que sonhei?!?! :D ) que o anfiteatro que está a ser feito na piscina iria servir para assistir aos jogos do mundial. Como disse já não sei precisar onde ouvi…Mas sendo verdade, deixo esta notícia publicado no Público de hoje.

Apesar da proibição da Sport TV
Câmara de Lisboa mantém transmissão dos jogos do Mundial
23.05.2006 - 17h33 Lusa

A empresa municipal de cultura de Lisboa mantém a programação prevista para a transmissão no Parque Mayer de jogos do Mundial futebol, apesar de a Sport TV ter alertado para a proibição de exibição pública do evento.

De acordo com uma fonte da Sport TV citada pela Lusa, "os direitos de transmissão televisiva foram comprados pela Sport TV e pela SIC, mas a Sport TV comprou todos os direitos de exibição pública". Por essa razão, acrescenta, está proibida "a montagem, em locais públicos, dos designados ecrãs gigantes e/ou de outros dispositivos semelhantes destinados à exibição pública" das imagens do Campeonato do Mundo de Futebol de 2006, segundo um comunicado emitido na segunda-feira.

A proibição de exibição pública dos jogos, em relação à qual a Sport TV diz já ter alertado várias entidades, "visa sobretudo evitar as acções que estão a ser preparadas por muitas juntas de freguesia".
A estação televisiva adianta que a medida pretende ainda "defender os direitos dos seus legítimos subscritores e colaborar no combate à utilização abusiva do respectivo sinal".

Confrontadas com esta posição, a Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC) e a Central de Cervejas, parceiras na transmissão de alguns jogos do campeonato mundial, garantem que a programação prevista será mantida. A exibição de jogos vai decorrer através da colocação de uma esplanada e de um ecrã gigante nas traseiras do teatro Capitólio, no Parque Mayer, um evento promovido no âmbito das Festas de Lisboa.

Em declarações anteriores aos jornalistas, o vereador da Cultura e presidente da EGEAC, José Amaral Lopes, adiantou que a Central de Cervejas, que representa a Sagres - marca patrocinadora da selecção nacional - "já garantiu os direitos de transmissão dos jogos". "Se houvesse algum impedimento, já teríamos sido informados", afirmou hoje à Lusa o porta-voz da EGEAC.

In Público

Bota lenha!...

Eu acho que digo sempre a mesma coisa!...
E, muitas vezes, falo antes do tempo… Eis mais um exemplo!...
O Centro Cultural (entenda-se como pavilhão multiusos, sala de espectáculos, conferências, museu…) parece que vai estar integrado no edifício da Junta de Freguesia… Ou será a Junta de Freguesia integrada no Centro Cultural? Isso, para já pouco importa!
Eu não concordo com a solução encontrada!... Repito, NÃO concordo!...
Se bem que compreendo as motivações de tal projecto.
Para mim, um Centro Cultural deve constituir uma nova centralidade em Canas de Senhorim… mas terá a Vila capacidade humana para ter um uma nova centralidade?...
Para mim, teria de ser um projecto de raiz, implantado algures (e até há muitas possibilidades)!...
Para mim, se não temos capacidade para ter um Centro Cultural, então não se faça!...

Sexta-feira, Maio 19, 2006

O que vale mais?




Nota: Espero não ofender mentalidades ou opiniões, mas se o fizer digam que eu retiro! Este é apenas um desabafo meu!!


Ontem com a Eurovisão veio outra vez à baila o Festival da Canção e toda a sua controvérsia. A questão, para quem não sabe, é que as Non Stop (que foram as representantes na Eurovisão) foram quem teve maior número de pontos do júri e por isso atribuíram-lhes 12 pontos pela votação do júri, mas em relação à votação do público, ficaram em 2º Lugar e por isso tiveram 10 pontos da votação do Público.
Outra concorrente, a Vânia Oliveira (Aquela das Delirium e que foi a alguns reality shows da TVI), teve a segunda melhor votação do júri, ficando com 10 pontos deste, mas do Público foi a mais votada por uma grande vantagem, ficando com 12 pontos do público.
Ou seja, no final ela ficaram empatadas.

Nas regras do festival, a votação do júri tem mais peso e por isso ganharam as Non Stop.

Mas aqui entra a grande questão.... Como é que os votos de 5 pessoas podem valer mais que milhares de votos do público... Então para quê deixar o público votar?

O mesmo se pode aplicar a Canas! Como é que a opinião de um Presidente, de uma dúzia do governo e de uma centena de Deputados (Porque não são todos) pode valer mais que a vontade de 3000 pessoas, de um Povo?????

E não me digam que estes governantes representam todos os Portugueses e por isso mais que três mil, porque sabem bem que as coisas não são assim.... Se eles representassem os Portugueses, as coisas provavelmente não estariam como estão...

Canas a Concelho!!!





PS: Em relação à Eurovisão, se representa a música na europa, então a música está mesmo muito mal.... Era cada uma pior que a outra... E as roupas... Nem se falam... Parecia que voltámos uns 20 anos atrás, a imitar as ABBA e as Doce e afins... E afinal, tanta controvérsia e nem passámos a pré-eleminatória....Enfim....

The Raconteurs

Já ouviram falar no Jack White e Cia?

Localização da Central Nuclar

Estavam hoje no Jornal as condições para a escolha da futura localização da central nuclear.

"O consórcio necessita de encontrar outra localização compatível com os requisitos essenciais para a instalação de uma central: a proximidade de um rio, a possibilidade de ligação à rede eléctrica e a proximidade de Espanha para exportação da electricidade." in DN

Será que poderia ser na Felgueira? A questão é o que eles consideram próximo ou não de Espanha.....

Era um muito bom investimento para Canas!!

Quarta-feira, Maio 17, 2006

Pergunta retórica!

Não sei se se pode escrever neste blogue… Mas aqui vai! Se não se pode digam, que eu apago!

Segundo li no DN, os senhorios podem perder a propriedade do que é seu se não fizerem obra!...
Estou para aqui a pensar!.... E se o governo fizesse o mesmo em relação aos concelhos que não investem nas suas freguesias?

Segunda-feira, Maio 15, 2006

O Ministério está connosco!

Pois é meus amigos! Pela primeira vez na história da nossa luta, um ministério do nosso governo divulga oficialmente que está connosco, que apoia a nossa luta! O Ministério das Finanças e da Administração Pública, divulgou no seu site que está do lado da população de Canas de Senhorim nas suas pretensões de ser Município e na urgente requalificação ambiental! Muito obrigado pelo apoio, espero que outros sigam este exemplo!

O Meu Odioso e Inacreditável Município!


Descobri porque Mouzinho da Silveira (e seus consortes) nos casou com o município de asnelas!...
Faz tudo parte de uma programa da TVI, idealizado há mais de 150 anos pelo bisavô de José Eduardo Moniz, que visa divertir o público com as peripécias de um povo que não tem ligação ao outro, mas é obrigado a ser “terrivelmente” administrado por este!...
Podiam era ter avisado, pelo menos, a alguns de nós!...
O objectivo é provar que somos capazes de estar integrados no município e asnelas, quando estes ficam com os nossas impostos, não abrem ruas, esquecem as nossas zonas industriais, não são apoio condigno às associações e tudo o mais que nos faz perder a paciência!...
O último episódio do programa (concurso - “reality show”) foi, os canenses, terem eleito os simpáticos que bradavam “todos juntos pelo concelho de asnelas”… A nova estratégia de José Eduardo Moniz é agora “pôr a cabeça em água” da população com simpatia, mas não subvertendo a ideia original do Avô para o “Meu Odioso e Inacreditável Município”…
O papel de Júlia Pinheiro esteve entregue até ao princípio de ano a Jorge Sampaio, agora ainda não descobri quem vai ficar com o lugar de pivot…
Também ainda não é do meu conhecimento qual é o valor do prémio final, nem quem o paga (do orçamento de estado não deve ser!)…

Sábado, Maio 13, 2006

Andaltour apresenta programação 2006

Presstur 12-05-2006 (19h50) O operador Andaltour by Horizontes está a convidar as agências de viagens para um fim de semana de familiarização com o Hotel Urgeiriça (quatro estrelas) entre os dias 19 e 21 de Maio, durante o qual fará a apresentação da sua programação para o Verão deste ano.
O programa inclui, no dia 20, uma “breve reunião de trabalho com apresentação da programação Andaltour By Horizontes para o Verão 2006”, seguida de actividades, em relação às quais aconselha roupa desportiva.
Ainda no dia 20 está prevista uma visita à zona e uma prova de vinhos do Dão com visita a uma adega, para jantar “com surpresas e sorteio de prémios”.
O operador indica que o até ao dia 17 de Maio as agência de viagens devem confirmar a presença por fax para o escritório de Lisboa (213529371 ou 213170671), ou por e-mail para comercial@andaltour.net.
O Hotel da Urgeiriça, em Canas de Senhorim, a cerca de 25 km de Viseu e da Serra da Estrela, é uma unidade quatro estrelas instalada num edifício de arquitectura beirã, com fachada de granito e decoração tipicamente inglesa, conforme informa o seu site, em http://www.hotelurgeirica.pt.
A unidade define-se como um “hotel lendário”, explicando que a sua história remonta a 1930, quando “Charles Harbord, um oficial superior do exército inglês comprou uma grande propriedade e ali mandou construir uma mansão”.
Cinco anos mais tarde, Harbord transformou a casa numa instância de repouso e de férias, a que chamou "English Hotel Urgeiriça", que foi ganhando fama.
“Pouco tempo mais tarde, Mrs. Phillys Graham, uma inglesa residente no Porto e cliente habitual do hotel, torna-se sócia de Charles Harbord”, acrescenta a história publicada no site do hotel, na qual se refere que “algumas figuras ilustres ficaram ali hospedadas, como foi o caso da jornalista e escritora francesa Christine Garnier, autora do livro "Férias com Salazar", o Marechal Craveiro Lopes, o Rei Humberto de Itália, Sá Carneiro, Primeiro Ministro Português, o actor João Villaret e o Primeiro Ministro de Inglaterra, Sir Anthony Eden em lua de mel com a sua esposa, Clarisse Eden, sobrinha de Winston Churchil, entre muitas outras”.

Sexta-feira, Maio 12, 2006

Começou

Foto Blog da Má Lingua Canense

As obras preparativas para o início da mudança dos inertes para a “barragem velha” começaram!... Ainda bem, já vêm tarde!....
As vias por onde passam os camiões já está marcado por terras, principalmente nos cruzamentos, que caiem dos ditos veículos!...
Quando começarem em força os trabalhos de transladação dos inertes, suponho que, por cima do alcatrão, vai aparecer uma camada de terra batida, facilitando a presença de poeiras, despistes, lamas e outras coisas que tais!...
Não vale a pena dizer nada! Ou será que vale?

Quinta-feira, Maio 11, 2006

Pergunta (ou será afirmação?)

Quando a candidatura da Dr. Isaura escolheu o lema “todos juntos pelo concelho de nelas” queria dizer que todos íamos contribuir/trabalhar/colaborar para o desenvolvimento de nelas?(!)

Pelas estradas e caminhos do "concelho uno"!

Em passeio por terras asnelense deparei-me com mais uma estrada para servir algumas casas no Folhadal. Trata-se do bairro do apeadeiro da localidade que fruto do encerramento da passagem de nível ficava apenas com um caminho em terra.

Não estou contra esta obra, mas como podemos constatar as discriminações continuam alegremente. Já só falta mesmo o alcatrão. Entroncando na antiga estrada que passa na Quinta da Cal ela bifurca para a EN234.

A referida estrada junto ao caminho-de-ferro é maior do que as que seriam mais prementes construir/requalificar em Canas. A inter-viadutos e da que ligaria ao Cemitério à belissima estrada da Póvoa de Santo António (e que serviria, ao que tudo indica o anunciado Kartodromo :P). Já nem falo na vergonha que é a estrada em terra há décadas que liga a rua da Corredoura ao antigo bairro da CUF. Não vale a pena, sequer, referir a igualmente vergonhosa estrada da rua do Paço à Rua Abreu Madeira (Estrada da Aguieira). Para que abordar a estrada que liga a piscina às Lameiras? Já não falo na vergonha da estrada para as Laceiras!

Talvez o Cingab, que esteve e bem na AM, me saiba informar o ponto de situação destas coisas.

Cumprimentos

P.S.: Como nunca mais por aqui li aqui fica um - Canas a concelho. lol

4 Esquinas

Já há algum tempo que se sabe que as 4 esquinas iam ser remodeladas. Também já se conhece o prejecto. Agora gostava de saber a vossa opinião....

-É um bom investimento que irá dinamizar o centro de Canas trazendo novas pessoas e mais comércio?

-Ou são mudanças que vão desfigurar o tradicional centro de Canas?

Dando já a minha opinião, eu escolho a primeira hipótese. Penso que apesar de mudar o tradicional centro de Canas (sendo a questão do despique a que mais me dá que pensar), estas mudanças irão benificiar Canas pois atraindo pessoas e comércio é um bom começo para desenvolver a Vila.

Ps: As duas hipóteses são apenas os extremos, na minha opinião, de certo existirão mais hipóteses que espero que as coloquem e sejam discutidas.
ps2: A questão da rotunda acho que já foi falada, neste momento focava mais a questão do complexo urbanístico.

Quarta-feira, Maio 10, 2006

GDR

“Realizou-se a assembleia-geral do G.D.R. com um dos seguintes pontos.
Eleição dos corpos gerentes para o biénio 2006-2008.
Com grande surpresa minha, e ao contrário dos rumores que por aí circulavam, não apareceu nenhuma lista, a actual direcção tomou então a iniciativa de se candidatar novamente apenas e só, pela inexistência de uma outra lista, a necessidade do G.D.R. iniciar a sua preparação para a nova época um pouco mais cedo do que o normal, devido á participação na Taça de Portugal que terá inicio a 21 de Agosto (salvo erro), não seria possível, tal como em anos anteriores, adiar e tornar a adiar uma tomada de posse por parte de qualquer direcção.
Foi ainda afirmado por parte da actual direcção (antes da apresentação da lista), de que ninguém deveria ter medo de pegar as rédeas do clube neste momento, pois o clube até á data encontra-se de boa saúde, financeira e desportivamente.
O G.D.R. de Canas de Senhorim, obteve este ano, resultados nunca antes atingidos, pela 1ª vez na história deste clube, irá ter a participação na Taça de Portugal, após 27 anos voltou a ser campeão de série em um escalão juvenil, e luta ainda pela subida á 1ª divisão distrital.
Resta-me desejar as maiores felicidades e um bom trabalho a esta direcção, e que façam com que as próximas épocas sejam mais uma vez históricas.”

Hugo Rodrigues in Blog Canas City

IC12

Ao que parece, o IC12, vai ter um novo trajecto!...
A via reservada (auto-estrada) na Lapa do lobo inflecte em direcção à Quinta da Boiça e terá aí (rotunda da Boiça) a saída para Canas de Senhorim, Felgueira, Oliveira do Hospital e Lapa do Lobo…
Em vez de cortar Vale de Madeiros Mais ou menos a meio, ficaremos assim “separados” da mui nobre Póvoa de Sto. António…
Parece que já estou a ver um Camião, que precisa de ir para a zona Industrial de Canas, passar pela rua do Casal!... Mas devem resolver essa situação!...

E agora uma piadinha, vocês não gostam mas tem de ser (é mais forte que eu!):
Terá o Luís Pinheiro alguma coisa “haver” com esta modificação? Se sim, quantos leitões estão em jogo?

Terça-feira, Maio 09, 2006

Tony Correia em Portugal

E que tal convidar o homem para vir a Canas? Até podia fazer lobby pelo concelho!

"Galã no Brasil, graças às novelas da TV Globo, o actor português Tony Correia está em Ferreira do Zêzere para, pela primeira vez, filmar no País que o viu nascer e onde continua a ser desconhecido. Entusiasmado com o trabalho, já decidiu mostrar por cá o espectáculo ‘Navegar é preciso...’, de que é autor e protagonista. “Gostaria de ficar uns tempos”, confessa, num intervalo das filmagens de ‘DotCom’, de Luís Galvão Teles.

A história deste caso de sucesso além-fronteiras começa em 1976 numa esplanada frente à sede da Globo. A emissora precisava de um português para o papel do emigrante ‘Jacinto’ e o produtor Moacyr Deriquem convidou-o ao aperceber-se do sotaque de Tony quando este pediu uma Coca-Cola.


Natural de Canas de Senhorim, distrito de Viseu, Tony Correia era, à data, um estudante universitário de visita aos tios no Rio de Janeiro. “A minha oportunidade estava a oito mil quilómetros do lugar onde nasci”, sublinha.

Muito antes da chegada de Ricardo Pereira, Nuno Lopes e Maria João Bastos às novelas brasileiras, já Tony Correia quebrava corações do lado de lá do Atlântico. Na década de 70, graças às participações em ‘O Casarão’ e ‘Locomotivas’, tornou-se num galã com direito a capa de revista.


Quando a fama se tornou realidade, Tony Correia escolheu a segurança de um emprego na France Telecom, na área da publicidade. Casado com Renata, uma carioca, teve dois filhos em França e manteve-se afastado do pequeno ecrã durante década e meia.


Há seis anos, de regresso ao Brasil, retomou a carreira artística. E aí nasceu ‘Navegar é preciso...’, um espectáculo de que é autor e protagonista e que mistura teatro, canto e bailado para motivar funcionários e gestores no mundo empresarial.


Inspirado nos Descobrimentos marítimos, o recital tem por fontes a obra de Fernando Pessoa, Luiz de Camões e a Bíblia. “Deus é um poeta e pelo simples facto de existir nós somos um verso bonito desse poema que pode ser melhorado”, afirma. “A pessoa, ao superar-se, ao ir mais além, melhora esse poema e melhora o universo”.


Aos 52 anos, Tony usa a sensibilidade do artista e o pragmatismo do executivo para atingir o sucesso na vida profissional. Um trabalho que quer agora dar a conhecer em Portugal.


'OSVALDO', PRESIDENTE DA JUNTA

Em Dornes, um lugar mágico no concelho de Ferreira do Zêzere, Santarém, filma-se ‘DotCom’, uma comédia do cineasta Luís Galvão Teles, cuja acção se desenrola no espaço rural. A personagem de Tony Correia chama-se ‘Osvaldo’ e é o presidente da Junta de Freguesia de Águas Altas. Trata-se, precisamente, de um português que esteve emigrado no Brasil, tal como Tony Correia, que, ao CM, não se cansou de elogiar as qualidades técnicas e humanas de Luís Galvão Teles e se diz “muito satisfeito” com a boa disposição que reina no ‘plateau’. A comédia conta a luta de uma aldeia contra uma multinacional de águas engarrafadas pela posse de um domínio na internet. Uma espécie de David contra Golias que é um elogio à sabedoria popular, dois aspectos do argumento que agradaram particularmente a Tony Correia.
Com os pais e os dois irmãos a viver em Tavira, o actor confessou ao CM que gostaria de vir a participar noutros projectos do lado de cá do Atlântico: “Não gostaria de estar tanto tempo sem vir a Portugal”, afirma, explicando que há seis anos não visitava o País onde nasceu."

Médico de família

Este post é uma tentativa (quase desesperada) de tentar arrepiar caminho e tentar provar ao @Sr. Fulano Tal que a normalidade é possível!

A minha maleita viral abriu-me o espírito (e também as goelas) para a problemática da falte de médico de família em Canas de Senhorim… Não é que o problema me toque pessoalmente, já que eu estou servido pela súbdita de J. Carlos (não encontrem qualquer intenções xenófobas nesta apreciação), contudo, convém dizer algo!...
Com a saída para a reforma do Dr. Américo, o seu lugar ficou sem ser preenchido por falta de “alguém que queira”… Falou-se de um concurso que deu para o torto, mas a verdade é que não há ninguém!... Mesmo a nível concelhio a “coisa” não tem grande maneira de se resolver… Não há ovos, não há omoletas!... Até já estou arrependido de ter votado na simpática Dr.ª Curandeira para presidente do Município… É que, a bem dizer, é menos um para acudir ao pessoal e até deve haver gente com outros empregos (por. ex. professores) que podem muito bem ser simpáticos autarcas… E já que sou simpaticamente apelidado de fascista pelos meus amiglos, porque não uma Lei a proibir médicos e enfermeiros (também parece que faltam) de ocupar cargos políticos?
Dr. Bernardino, que é o novo “chefe” dos médicos da Extensão de Saúde de Asnelas não tem soluções (nem pode ter), a sub-região de saúde de Viseu que é que quem contracta e paga os nossos médicos encolhe os ombros e diz:
- Se arranjarem um, nós pagamos!...
Mas a Junta (sim, a Junta reuniu com a ARS-Viseu), ou as juntas deste Portugal têm de arranjar médicos para as suas populações? Bem, se calhar até têm… O pagar não é problema… A Junta até já se ofereceu para pagar!
Mas pode o Presidente da Junta ir à Ucrânia oferecer 1500€ a um médico de lá para vir trabalhar para Canas de Senhorim? E depois ele pode passar receitas? E é reconhecido pelos seus pares? E é reconhecido pelo estado português?

O problema é nacional, bem sei, mas como diria o egoísta, com os males dos outros posso eu bem… E chegou o tempo de se pensar e agir, porque já ontem era tarde e amanhã pode não ter resolução… Pacífica...

Segunda-feira, Maio 08, 2006

Para quem tem falta!

Deixem que vos diga!...

Carta aberta ao blogue Canas&Senhorins,

De tempos a tempos a “coisa” descamba!... Dias melhores virão… Como diria o @bancadas…
Mas, eu acho que o problema não será esse!
O blogue dos blogues canenses, sofre de uma mal típico desta bela localidade… Tentando explicar…
Quando criaram este fórum notou-se haver uma preocupação de escolher equilibradamente os comentadores. Não por serem importantes, bem falantes ou intelectuais, mas, simplesmente, por terem uma opinião (mesmo que, como a minha, seja uma real caca)!... O @Sr. Fulano tal teve o papel preponderante nisso. E não o fez inconscientemente… Sei (imagino) que a mim caberia o papel de informante, qual espião, no coração do MRCCS, com opiniões que seriam sub-repticiamente censuradas pelo Luís Pinheiro… Eu, e também outros, ficaríamos numa da bancadas pró MRCCS!... Contudo, sempre recusei esse “tacho”, a minha opinião, teorias e teoremas só me responsabilizam a mim, são minhas, são por Canas, pelo seu desenvolvimento, pelo seu Município… A minha opinião (de caca talvez!)!
Qualquer blogger é conotado com um dos lados da barricada (ou então é um turista que nos visita e todos logo gritamos Canas a Concelho)…
Se o @Bancadas faz uma crítica ao MRCCS logo vêm os pró-Movimento tratar mal o homem… O que ele diz não interessa muito… Criticou o Luís, tem de “levar nos cornos”… E, se calhar, o @bancadas até tem razão!...
Se o @Sr. Fulano Tal fala que agora é difícil a Assembleia da República aprovar o nosso Município, logo vêm os mesmos colocar-lhe a rosa na lapela e acusarem-no de “amante de Junqueiro” ou que quer o lugar do Luís Pinheiro…
Se o @Pai Mouro (no seu estilo muito próprio) enaltece decisões do movimento, lá vêm os integristas (palavra colocada de propósito para verem que contra mim falo) chamarem-no de jagunço…
Se o @Crédito pergunta por responsabilidades, lá vem o @Mineiro perguntar pelas facturas…
Depois temos as faltas de educação: “paneleiro”, “vai levar no cu”, ladrões e outras que tais… Dos dois lados… Mas isso faz parte!...
Lembro aqui há uns tempos o @Mineiro perguntar-me por onde é que eu ia jantar hoje… Até hoje não entendi, mas também não deveria ser para entender!...
A responsabilidade de tudo isto @Forasteiro, é sua!...
Tal como minha, do @Gaivina, do @Sr. Fulano Tal, do @_drix_ (ex-biotecmaster), do @moimemme, do @Sr. Cicrano, do @Brain, do @A Outra Bancada, do @Mr. Kunami, do @Pedro Lima, do @Iznogood e do @Brain… Porque o tempo que passamos a falar do Blogue, deveria ser gasto a falar dos temas propostos no seu início… Um comentador não é um semi-deus que paira sobre a sua criação e só vem a terreiro moderar, como se os outros fossem palhaços de um circo criado por nós!...
Um comentador não deve ter só como missão, melhor deve evitar a desplante, de só aparecer qual “salvador da pátria”, como se os outros andassem aqui enganados…
É de igual forma verdade para a nossa luta pela restauração do concelho, mantemo-nos de parte e depois, quando algo corre mal, sabemos dizer como correria bem e teorizar verdades e caminhos com facilidade…

A coisa volta ao normal… É cíclico!...

Domingo, Maio 07, 2006

The Life Pursuit


Disco de regresso do grupo escocês Belle & Sebastian que volta à sua melhor forma, dos tempos do álbum “If You’re Feeling Sinister”, depois de processos mais experimentais e comercialmente menos conseguidos.

Para quem gosta mais pode ir vê-los ao Coliseu de Lisboa no próximo dia 17 de Julho.

Moderação de comentários

Por razões mais do que óbvias foi activada a moderação de comentários.

Sábado, Maio 06, 2006

Vamos repensar as nossas atitudes...

Depois do post anterior e respectivos comentários confirmei a minha opcção de me ter afastado do blog.
Pois desde que me lembro, no inicio do blog, este era um sítio de debate de ideias. E mesmo existindo na maioria das vezes dois ou mais pontos de vista oposto, não havia ofensas, não havia "agressões", era apenas um espaço simpático em que todos podiamos expor as nossas ideias e saber a opiniao dos outros. Porque só debatendo e cada um dizendo as suas ideias é que se encontram as boas ideias que nos levam a algum lado.

Infelizmente, com as eleiçoes, as posiçoes extremaram-se (dos dois lados) e, sinceramente, levaram Canas para a Lama. Não pelas decisões dos politicos que elegemos (Esse é outro assunto), mas pelas atitudes dos Canenses. Como Canas são os Canenses, se as suas atitudes são de merda (Passo a asneira), Canas torna-se uma porcaria(a outra palavra e muito forte, AINDA não chegámos lá), Canas vai para a Lama.

Como é que queremos que as instituições e os Portugueses em Geral tenham respeito por nós se nós não nos respeitamos a nós próprios???
Como querem que existam pessoas que defendam os nossos direitos junto das Instituições se nós estamos desunidos e nem entre nós conseguimos saber o que é melhor para Canas? Se nós não sabemos como é que os outros podem saber? Como é que lá fora podem saber se o melhor é as obras na piscina, na "china" ou nas quatro esquinas? Quem vive em Canas é que tem que saber, têm que se juntar todos e numa única voz dizer o que Canas quer.

Não é preciso ser intelectual, nem ter estudos para saber que os insultos não levam a lado nenhum. Mais digo, as pessoas mais simples, se for preciso, são as primeiras a dizer isto. Com Insultos não se vai a lado nenhum. Só quando pararmos e falarmos abertamente e todos juntos sobre as coisas é que vamos evoluir.

Aqui ninguém é mais que ninguém por ter estudos ou "ser intelectual", neste caso somos todos iguais e todos temos que dar as nossas opiniões, pacificamente, pelo Futuro de Canas. E pelo que leio no blog, penso que ninguém tenta ser mais que outros pelos estudos ou intelectualidade, isso é um Tabu que serve de desculpa para quando perdem os argumentos.

Por isso fazendo aqui uma previsão, continuando por este caminho de insultos e falta de debate útil, este blog e a discussão pelo Futuro de Canas estão condenados, não faltando muito para morrerem. (E este espaço é muito útil quando bem utilizado)

Por isso, vamos deixar os insultos para tras e discutir ideias (sejam so Canas ou MRCSS). Até porque a verdade é que quem tem assuntos por resolver, problemas com a sua consciência, ou dúvidas é que tem necessidade de recorrer aos insultos. É uma defesa, para evitar falar nos assuntos, para fugirem dos problemas. Um conselho, falem com alguém de confiança e ultrapassem as situação. E as pessoas em geral têm de prestar apoio e tentar ajuda-las a ultrapassar os traumas.

Para concluir, deixo mais um conselho, quando existirem insultos, não respondam, finjam que não há nada, ignorem e continuem a conversa normalmente. Sei que custa, pricipalmente quando nos insultam a nós, mas ignorar e a melhor solução. Porque se os insultos foram ignorados, insultam 1,2,3,4,5,6 vezes a acabam por desistir. Mesmo que seja ao fim de um mês, se forem ignorados e não lhes derem o protagonismo que eles tanto querem e anseiam, acabam por desistir (uns mais insistintes que outros, mas desistem).


Espero que esteja enganado e que voltemos a ter bons debates de ideias no blog.

Viva a Unidade e Pacificidade!
Viva Canas de Senhorim!
Viva o Concelho de Canas de Senhorim!

Quinta-feira, Maio 04, 2006

Cansa-me de facto…

Não sei se é do espírito de verão mas a verdade é que noto uma certa amargura no ar. Claro que esta porcaria se pega, e quando me toca saiam da frente. Apetece-me logo escrever aquelas coisas que me provocam arrependimento, porque coitado e coitada não mereciam levar comigo em cima! Embora que, sinceramente, pensando melhor, me estou nas tintas florescentes para os coitados e as coitadas, que têm mais é que levar na cabecinha se por acaso me incomodam: mas a questão é que também não incomodam assim tanto que justifiquem o meu gastar de tempo.

Viro-me para outros lados, para outros sítios se por acaso estiver por aqui, para outras coisas, que me desgostam (um bocadinho) não as coisas em si mas o estado delas. Desgosta-me muito verificar que a natureza humana é assim e é assim em tudo, na vida (real) e na dos blogues: a falta de coluna dorsal, de coragem e de tomates. O favorzão que se retribui, o vira a cara quando não interessa o cumprimento, o esquece que agora não interessa, o não defende o amigo porque ainda sobra para o meu lado, o ataque gratuito e encomendado, as lambedelas depois da porcaria feita, a desculpa rasgada, o não é comigo, o não te metas nisso, o melhor é não dizer nada que este é influente, o lambe-cus, o bota-abaixo, os costas quentes, o encosta no importante e o esfrega no superior, o ignora o que pode fazer sombra, o moralismo, o faz igual mas comigo é diferente, o aponta o dedo, o politicamente certo.
Não falo só da blogsfera, mas também. É igual, tal como um papel químico, e talvez sejam as mesma pessoas… Talvez por ser um sítio mais pequeno se pense que seja mais simples de fazer Homens. Mas não gosto disto, não gosto mesmo, e cada vez mais me vou virar para dentro e para alguns, poucos, cada vez menos, estarão em vias de extinção…

Terça-feira, Maio 02, 2006

Ai, ai, ai...




Sítios Canenses

Referências

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